sexta-feira, 10 de outubro de 2008

A-tris-teza & O Ator-mentado


A-triz-teza & O ator-mentado

Como deveria ser.
Nada além.
Deve ser assim mesmo que começa.
A saudade,
A Vontade de estar perto...
Tudo começa a mudar - e cresce cada vez nais...
Há algo que se possa fazer?
Ao fechar os olhos consigo vê-la.
Só deixar rolar!?
Tão linda...
Algo que rime com 'ar'
Forçada de barra
E assim se ajeita a cantiga!!
Ah, quem liga?
Sinto seu perfume!
Há quem diga
"para acontecer não tem hora"
Tenho culpa!?
Deve ser agora
Então é isso - Juras de amor:
"você é especial para mim"
Agora algo que rime com dor.
Deve ser assim...
Mas com dor!?
Com dor eu penso em ti
Isso é amar?
Não consigo
Tê-la comigo.
Mas a dor é necessária mesmo!?
Não importa, só sei que sinto!
Cada vez mais.
Culpa da distância?
Me olhava como ninguém me olhou.
Os sussuros, as gargalahadas.
O gemido - "você me deixa louca"
Sinto!
"mais forte!!! mais forte!!!"
E cada vez é mais forte (mesmo!!!).
Olho em volta - seu cheiro no ar
Imerso em meus sonhos - ouço-a
Perdido em meus pensamentos...
Dentro de mim
Olho ao espelho
E vejo!! Consigo vê-la
Consigo sentí-la
Morrer
Dentro de mim
Você está morrendo para mim
Eu sinto...
Sinto muito
Amor
Sinto
muito
A cor
do sangue
Vejo
O gosto
De morte
Culpa da distância?(!)
É o fim
Do Ator-mentado
Início
Da a-triz-teza
É assim que é - esse é o desfecho
Desfalecend-o-amor
Germinando - a-mo(r)-te.


Victor Athopos
a.topos@yahoo.com.br

Eclipse

E quem disse
Que não há dores (inerente)
Em todos os amores?
Bem como, nem todas as flores,
São multicoloridas.
É questão de tempo - não te aflijas
E quem disse que sempre
Passa
Esses tipos de feridas?
Até uva-passa, isso é.
Mas dor de amor Bém...
Ah, dessa eu bem sei:
É Saara:
De dia - sufoca pra valer
Á noite...
Tão frio que faz arder.
É um limiar!
(Está)Entre o fel
E a doçura.
Linha tênue
Entre o amar
E amar-gura
E a espera por alguém que não virá?
Melhor nem pensar
Porque
É na espera(nça) que
Agente pára!
Nossa vida
Pára
O tempo
NÃO!
Ah... esse não para
De passar
AceleraAaAaaAdo
Que só ele.
"(acho) que temos de dar um tempo..."
Então vá (Cá!)
"te quero, como amigo"
Embora
Quero que fiques
"pertinho, comigo"
Já deu minha hora
Deixe-me

Preciso precipitar
(Eufemismo!)
E é isso: os Olhos inundando...
O ônibus (me) partindo - um pedaço segue
E ela - para trás (com o Outro!) - vai ficando...


Victor Athopos
a.topos@yahoo.com.br

Amor rima com Dor


Amor rima com dor

Perdido no teu semblante
Algelical
Auriverde de maldade
Meu esfoço é baldal
Em não sentir vontade
De fato é uma tortura
Dos beijos teus
Não sentir a doçura
De voluptosidade tal
Que não há igualdade
Tão bom estar ao teu lado
Ver teu sorriso sintilante
Juro que não sou um safado
Mas teu corpo é deslumbrande
Proibido de enveredar-te
Porém
Na textura doce
Do seu dorso abrasante
Ah, quem dera possível fosse
Em teu cólon [do útero] encontrar abrigo
Condenado a não atê-la - nem mesmo como amigo
Oh, parvo! não mais que amante
Não ser o próprio alcoviteiro
Tem sido minha luta
Fugir de ti o dia inteiro
Oh esforço filho da puta


Victor Athopos
a.topos@yahoo.com.br

Sinuosidade


Sinuosidade

Mais um fim de semana sem ti
Domingo à noite – com muita coisa a fazer
E meu pensamento lá longe - fora de si
À procura de lazer(?) - Kant!
Qualquer
Meandro
Adorno - algumas palavras
Que leve meu pensamento
Para longe de ti
Porque
Seu cheiro me inebria
A vontade de te beber só cresce
E encarece a alegria
Quando teu corpo, o meu, aquece
Dia seguinte: "haja coração!!!"
Entra em campo a alergia
Agora – segura – peão
Porque no peito da prenda
Já tem dono a pulsação
Esse aí tá danado!
Final de uma semana cumprido
O tempo passou arrastado
A relatividade
De não estar ao teu lado
Mas domingo à noite (não desespera)
(re)começo
De uma nova era
Limiar de mais um sacrifício
Para não ficar à tua espera
É o início
De mais uma batalha perdida
Segurar as lágrimas
Que anseiam (per)correr a face
Emagrecida


Victor Athopos
a.topos@yahoo.com.br

Contraste


Contraste

A sua falta é um açoite
Que castiga minh'alma
Quando à noite
Perco a calma
Diligenciando - em vão - seu corpo na cama
E minha dor
Aumenta
Tudo
Se perde
Seu calor
Não fica
Mais nada

Do (teu) sabor
Eu preciso
Não mais anelar
Em vão
Onde jás, sem ti, teu (sexy) pijama
Delirando - no vão
Que ficou aberto
(desde)quando tu fechaste
A ponte que para perto
De ti me (en)contraste


Victor Athopos
a.topos@yahoo.com.br

Humor


domingo, 5 de outubro de 2008

BOLSAS DE ESTUDOS PARA O CURSO DE GESTÃO CULTURAL EM SP


PAGUE SOMENTE O MATERIAL DIDÁTICOCURSO DE GESTÃO CULTURAL


O curso visa um aprimoramento da área cultural, voltado aos profissionais atuantes do mercado, bem como os aspirantes à produtores culturais. Técnicas de gestão e produção, na teoria e na prática abordamos todos os mecanismos, desde o seu planejamento, legislação - incentivo à cultura federal e estadual com atualizações, proposta comercial (captação de recursos), apresentação dos projetos, prestação de contas, quando da execução de seu plano, a produção executiva, logística, alvarás e licenças e muito mais...

Dividido em 04 módulos de aprendizado intenso sobre gestão cultural.

Carga horária - 20 horas


Módulo 1:Marketing Cultural / Plano de Negócios / Planejamento Estratégico / Negociação Módulo 2: Lei Rouanet - incluindo critérios para produção audiovisual e Programa de Ação Cultural (ICMS - SP) Teoria e Prática

Módulo 3: Proposta Comercial / Captação de Recursos / Gestão Administrativa / Prestação de Contas

Módulo 4:Produção Executiva para Artes Cênicas, Shows e Eventos


SÃO PAULO - PACAEMBU

DIAS 18 E 19 DE OUTUBRO DAS 09h30 às 19h30

VALOR DO CURSO: R$ 800,00 por R$ 100,00 especial YahooGrupos


Para pagamento à vista e em dinheiro até o dia 07/10


Consulte-nos sobre valores unitários, outros cursos e promoções. Informações e ementas: cursos@mcult. art.br