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quarta-feira, 14 de julho de 2010
Nunca foi tão divertido andar de elevador...
Publicidades se aproveitam de todas as partes do local e ainda conseguem surpreender, Veja as fotos:
http://www.pipocadebits.com/2010/07/publicidade-criativa-em-elevadores.html
Fonte: Yahoo Página Inicial
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quinta-feira, 2 de abril de 2009
Site Cenário Cultural está divulgando gratuitamente livros de autores Sorocabanos e Votorantinenses
O objetivo está em divulgar obras e autores de Sorocaba e Votorantim, assim projetar obras locais nacionalmente e internacionalmente, tirar o escritor do anonimato e salientar o crescimento da literatura local.Como participar?
O autor pode participar enviando a capa, a sinopse do livro e uma pequena biografia do autor para o e-mail http://br.mc329.mail.yahoo.com/mc/compose?to=contato@cintianmoraes.com.br ou se preferir se cadastrar no site pelo endereço http://www.cintianmoraes.com.br/
Observação: o Cenário Cultural não tem o caráter comercial e não venderá livros no site, o espaço existe somente para divulgar as obras. Em troca, o site gostaria se possível, ter um exemplar do livro em seu acervo físico para que, futuramente, possa colocar em funcionamento uma biblioteca móvel, onde jovens poderão ter acesso aos livros lançados nas duas cidades.
Att,
Cintian Moraes
Cenário Cultural - http://www.cintianmoraes.com.br/
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Exposição aborda história do idioma alemão
Deutsche Welle (Alemanha) - 12/12/2008 - por Cornelia Rabitz
Mostra expõe a variedade do alemão e seu desenvolvimento desde os cantos medievais até a linguagem das mensagens de texto. Depois de Bonn, Instituto Goethe levará a exposição pelo mundo durante oito anos. O momento não poderia ter sido mais adequado, por mais que tenha sido mera coincidência. Ao mesmo tempo em que se discute se o alemão deveria ou não ser mencionado na Lei Fundamental alemã como idioma oficial, foi inaugurada na Casa da História de Bonn uma exposição intitulada Man spricht deutsch (fala-se alemão). Os organizadores, no entanto, não querem que a mostra seja vista simplesmente como um discurso a favor da proposta. Seu objetivo é antes mostrar a riqueza, a variedade e a história da língua alemã, dos cantos medievais à linguagem das mensagens de texto.
Mostra expõe a variedade do alemão e seu desenvolvimento desde os cantos medievais até a linguagem das mensagens de texto. Depois de Bonn, Instituto Goethe levará a exposição pelo mundo durante oito anos. O momento não poderia ter sido mais adequado, por mais que tenha sido mera coincidência. Ao mesmo tempo em que se discute se o alemão deveria ou não ser mencionado na Lei Fundamental alemã como idioma oficial, foi inaugurada na Casa da História de Bonn uma exposição intitulada Man spricht deutsch (fala-se alemão). Os organizadores, no entanto, não querem que a mostra seja vista simplesmente como um discurso a favor da proposta. Seu objetivo é antes mostrar a riqueza, a variedade e a história da língua alemã, dos cantos medievais à linguagem das mensagens de texto.
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CE deve votar projeto que cria Cesta Básica do Livro
Agência Senado - 12/12/2008 - por Elina Rodrigues Pozzebom
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) reúne-se nesta terça-feira, dia 16, às 11h, quando deve votar o projeto que autoriza a criação, no Ministério da Educação, do programa Cesta Básica do Livro, com o intuito de garantir um acervo mínimo de livros às famílias de estudantes do ensino público fundamental e médio. Pelo PLS 278/08, de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), a família com filhos entre 6 e 18 anos, cursando as escolas públicas, receberá dois livros de conteúdo literário, artístico ou científico a cada bimestre letivo. As obras serão escolhidas a partir de um catálogo a ser elaborado pelo Ministério, com a aprovação da Câmara de Educação Básica, vinculada ao Conselho Nacional de Educação. Na justificação do projeto, Cristovam Buarque argumenta que estudos recentes demonstram a diferença positiva do desempenho na escola de crianças que dispõem, em suas casas, de livros, revistas e jornais. Assim, observou, o Programa de Cesta Básica do Livro, "fornecendo dois bons exemplares às famílias" a cada bimestre letivo, terá um efeito positivo "para a criação de hábitos mais evoluídos de consumo, hoje reservados às classes médias da sociedade brasileira".
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) reúne-se nesta terça-feira, dia 16, às 11h, quando deve votar o projeto que autoriza a criação, no Ministério da Educação, do programa Cesta Básica do Livro, com o intuito de garantir um acervo mínimo de livros às famílias de estudantes do ensino público fundamental e médio. Pelo PLS 278/08, de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), a família com filhos entre 6 e 18 anos, cursando as escolas públicas, receberá dois livros de conteúdo literário, artístico ou científico a cada bimestre letivo. As obras serão escolhidas a partir de um catálogo a ser elaborado pelo Ministério, com a aprovação da Câmara de Educação Básica, vinculada ao Conselho Nacional de Educação. Na justificação do projeto, Cristovam Buarque argumenta que estudos recentes demonstram a diferença positiva do desempenho na escola de crianças que dispõem, em suas casas, de livros, revistas e jornais. Assim, observou, o Programa de Cesta Básica do Livro, "fornecendo dois bons exemplares às famílias" a cada bimestre letivo, terá um efeito positivo "para a criação de hábitos mais evoluídos de consumo, hoje reservados às classes médias da sociedade brasileira".
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Livros e canções politicamente corretos não ajudam na educação
Publishnews - 11/12/2008 - por Redação
A cantiga "atirei o pau no gato" em algumas escolas passou a ser cantada como "não atirei o pau no gato", o "boi da cara preta" como "boi do Piauí". As chamadas expressões politicamente corretas invadiram o nosso cotidiano. Conforme o Jornale Curitiba, uma tese de doutorado, defendida no início do mês na Faculdade de Educação da USP, analisou a presença do politicamente correto nos livros e cantigas infantis e concluiu que a presença destas expressões não contribui para uma melhora na educação das crianças. Ilan Brenman, responsável pela pesquisa intitulada “A condenação de Emília: uma reflexão sobre a produção de livros politicamente corretos destinados às crianças”, é escritor de livros infantis e contador de histórias. De acordo com o Jornale, ele se interessou pelo tema porque é afetado no seu cotidiano profissional, por professores e leitores que reclamam de histórias com temáticas consideradas violentas ou inadequadas à infância: morte, guerra, ciúme, raiva, etc.
A cantiga "atirei o pau no gato" em algumas escolas passou a ser cantada como "não atirei o pau no gato", o "boi da cara preta" como "boi do Piauí". As chamadas expressões politicamente corretas invadiram o nosso cotidiano. Conforme o Jornale Curitiba, uma tese de doutorado, defendida no início do mês na Faculdade de Educação da USP, analisou a presença do politicamente correto nos livros e cantigas infantis e concluiu que a presença destas expressões não contribui para uma melhora na educação das crianças. Ilan Brenman, responsável pela pesquisa intitulada “A condenação de Emília: uma reflexão sobre a produção de livros politicamente corretos destinados às crianças”, é escritor de livros infantis e contador de histórias. De acordo com o Jornale, ele se interessou pelo tema porque é afetado no seu cotidiano profissional, por professores e leitores que reclamam de histórias com temáticas consideradas violentas ou inadequadas à infância: morte, guerra, ciúme, raiva, etc.
A arte se torna arte ao ser consumida, diz Lobão
Folha de São Paulo - 11/12/2008 - por Redação
Para o cantor e compositor Lobão, não há dúvida de que a arte mantém seu potencial transformador mesmo ao se tornar produto de consumo: "A arte se torna arte quando é consumida", disse ele na noite de terça-feira, no auditório do Masp, no debate "Cultura e Consumo". Em comemoração dos 50 anos da Ilustrada, o encontro teve mediação do jornalista Alcino Leite Neto, editor de moda da Folha. Cristovão Tezza, escritor mais premiado de 2008, destacou que "um livro é um produto cultural como qualquer outro, de forma mais forte do que em qualquer época da história".
Para o cantor e compositor Lobão, não há dúvida de que a arte mantém seu potencial transformador mesmo ao se tornar produto de consumo: "A arte se torna arte quando é consumida", disse ele na noite de terça-feira, no auditório do Masp, no debate "Cultura e Consumo". Em comemoração dos 50 anos da Ilustrada, o encontro teve mediação do jornalista Alcino Leite Neto, editor de moda da Folha. Cristovão Tezza, escritor mais premiado de 2008, destacou que "um livro é um produto cultural como qualquer outro, de forma mais forte do que em qualquer época da história".
OSB lidera captação pela Lei Rouanet
Folha de São Paulo - 11/12/2008 - por Larissa Guimarães
Os recursos da Lei Rouanet, principal mecanismo para o financiamento da cultura no país, concentram-se nas mãos de poucos. Metade de todo o dinheiro que a lei torna disponível é captado por apenas 3% das empresas e entidades que apresentam projetos culturais em busca de patrocínio. Dos 4.334 proponentes que no ano passado tentaram captar recursos pela Rouanet, 130 conseguiram R$ 483 milhões - quase 50% do total arrecadado (R$ 974 milhões). A proponente com maior captação em 2007, com 100% de renúncia fiscal, foi a Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira, com R$ 17,38 milhões. O Ministério da Cultura e parte do setor cultural apontam essa concentração como uma distorção. A crítica é a de que apenas projetos de grande porte e maior apelo de marketing levam vantagem. Em 2007, por exemplo, só um terço dos projetos conseguiram captar dinheiro pela Rouanet.
Os recursos da Lei Rouanet, principal mecanismo para o financiamento da cultura no país, concentram-se nas mãos de poucos. Metade de todo o dinheiro que a lei torna disponível é captado por apenas 3% das empresas e entidades que apresentam projetos culturais em busca de patrocínio. Dos 4.334 proponentes que no ano passado tentaram captar recursos pela Rouanet, 130 conseguiram R$ 483 milhões - quase 50% do total arrecadado (R$ 974 milhões). A proponente com maior captação em 2007, com 100% de renúncia fiscal, foi a Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira, com R$ 17,38 milhões. O Ministério da Cultura e parte do setor cultural apontam essa concentração como uma distorção. A crítica é a de que apenas projetos de grande porte e maior apelo de marketing levam vantagem. Em 2007, por exemplo, só um terço dos projetos conseguiram captar dinheiro pela Rouanet.
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Agora tem revistas no Google Book Sarch
Publishnews - 11/12/2008 - por Ricardo Costa
O Google anunciou nesta quarta-feira em seu Blog Oficial o início de uma iniciativa que pretende disponibilizar online um grande número de artigos de revistas. Por meio de parcerias com editores o Google começou a digitalização de milhões de artigos de revistas das mais diversas áreas, tais como New York Magazine, Popular Mechanics e Ebony. O internauta poderá ler o artigo completo, em cores, e em seu contexto original, exatamente como se estivesse folheando a revista impressa. Será possível pesquisar pelos artigos diretamente no serviço Google Book Search. Os artigos estarão diferenciados dos livros pela palavra Magazine/Revista, colocada ao lado dos resultados da busca. Dentro de algum tempo, os artigos também serão incluídos nos resultados de buscas feitas pelo Google.com. “Acreditamos que disponibilizar mais revistas online é um passo importante em direção ao nosso objetivo de longo prazo, que é prover acesso a todo tipo de informação”, escreve Dave Foulser, engenheiro de software, no blog oficial do Google. O Google Brasil já está à procura de editores parceiros para desenvolver este projeto por aqui.
O Google anunciou nesta quarta-feira em seu Blog Oficial o início de uma iniciativa que pretende disponibilizar online um grande número de artigos de revistas. Por meio de parcerias com editores o Google começou a digitalização de milhões de artigos de revistas das mais diversas áreas, tais como New York Magazine, Popular Mechanics e Ebony. O internauta poderá ler o artigo completo, em cores, e em seu contexto original, exatamente como se estivesse folheando a revista impressa. Será possível pesquisar pelos artigos diretamente no serviço Google Book Search. Os artigos estarão diferenciados dos livros pela palavra Magazine/Revista, colocada ao lado dos resultados da busca. Dentro de algum tempo, os artigos também serão incluídos nos resultados de buscas feitas pelo Google.com. “Acreditamos que disponibilizar mais revistas online é um passo importante em direção ao nosso objetivo de longo prazo, que é prover acesso a todo tipo de informação”, escreve Dave Foulser, engenheiro de software, no blog oficial do Google. O Google Brasil já está à procura de editores parceiros para desenvolver este projeto por aqui.
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Heróis dos quadrinhos lutam pelo direito de sair do armário
Último segundo - 09/12/2008 - por Javier Sauras
Após os atentados de 11 de setembro de 2001, o mundo das histórias em quadrinhos mudou seus roteiros para refletir a nova realidade mundial. Agora, há um debate entorno dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo e as grandes editoras se perguntam: pode um super-herói ser gay? As duas linhas mais conhecidas de revistas, Marvel e DC, estão avançando a passos de tartaruga para medir como o público tradicional de quadrinhos aceita que seus heróis "saiam do armário". E, embora o processo se desenvolva muito lentamente, alguns personagens dos quadrinhos já reconheceram abertamente seu homossexualismo. Apesar de não ter sido o primeiro, o caso de Midnighter e Apollo, do grupo especial The Authority, foi o mais famoso. Warren Ellis e Bryan Hitch criaram com essa série o modelo de super-herói do século 21, colocando os protagonistas diante de conflitos modernos.
Após os atentados de 11 de setembro de 2001, o mundo das histórias em quadrinhos mudou seus roteiros para refletir a nova realidade mundial. Agora, há um debate entorno dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo e as grandes editoras se perguntam: pode um super-herói ser gay? As duas linhas mais conhecidas de revistas, Marvel e DC, estão avançando a passos de tartaruga para medir como o público tradicional de quadrinhos aceita que seus heróis "saiam do armário". E, embora o processo se desenvolva muito lentamente, alguns personagens dos quadrinhos já reconheceram abertamente seu homossexualismo. Apesar de não ter sido o primeiro, o caso de Midnighter e Apollo, do grupo especial The Authority, foi o mais famoso. Warren Ellis e Bryan Hitch criaram com essa série o modelo de super-herói do século 21, colocando os protagonistas diante de conflitos modernos.
Função da arte não é fazer política, diz Gullar
Folha de São Paulo - 10/12/2008 - por Redação
O peso do mercado na vida cultural, encerrado o período da ditadura militar e o ciclo das utopias de esquerda, esteve no centro do debate "Cultura e Política", que aconteceu na noite desta segunda-feira, no auditório do Masp. Mediado pelo jornalista Fernando de Barros e Silva, editor de Brasil, o debate, primeiro de uma série de três, faz parte das comemorações dos 50 anos da Ilustrada. A psicanalista Maria Rita Kehl destacou que o mercado passou a pautar opiniões sobre a produção cultural numa lógica segundo a qual "as coisas têm valor porque se vendem". O compositor Caetano Veloso, que começou o debate tentando lembrar, em vão, um trecho de seu livro Verdade Tropical, foi em sentido contrário: "A gente, que trabalha nessas criações mais vendáveis, enfrenta uma perversão oposta: há uma idéia de que uma coisa não é boa porque vende". O poeta e colunista da Folha Ferreira Gullar, que arrancou risos da platéia, disse que as relações entre arte e política, como aconteceram nos anos 60, já não fazem o mesmo sentido. Já o cineasta Cacá Diegues, ao destacar o papel da tecnologia, afirmou que a pirataria não é um problema de polícia. Confira a opinião de alguns convidados do encontro.
O peso do mercado na vida cultural, encerrado o período da ditadura militar e o ciclo das utopias de esquerda, esteve no centro do debate "Cultura e Política", que aconteceu na noite desta segunda-feira, no auditório do Masp. Mediado pelo jornalista Fernando de Barros e Silva, editor de Brasil, o debate, primeiro de uma série de três, faz parte das comemorações dos 50 anos da Ilustrada. A psicanalista Maria Rita Kehl destacou que o mercado passou a pautar opiniões sobre a produção cultural numa lógica segundo a qual "as coisas têm valor porque se vendem". O compositor Caetano Veloso, que começou o debate tentando lembrar, em vão, um trecho de seu livro Verdade Tropical, foi em sentido contrário: "A gente, que trabalha nessas criações mais vendáveis, enfrenta uma perversão oposta: há uma idéia de que uma coisa não é boa porque vende". O poeta e colunista da Folha Ferreira Gullar, que arrancou risos da platéia, disse que as relações entre arte e política, como aconteceram nos anos 60, já não fazem o mesmo sentido. Já o cineasta Cacá Diegues, ao destacar o papel da tecnologia, afirmou que a pirataria não é um problema de polícia. Confira a opinião de alguns convidados do encontro.
Livro de 126 mil dólares atrai norte-americanos para biblioteca
Boletim PNLL - 08/12/2008 - por Redação
Michelangelo: La dotta mano é um livro de 126 mil dólares e aproximadamente 27 quilos, cujas páginas são feitas de fibra de algodão e a capa em mármore branco, esculpida à mão. Escrito em italiano, é inspirado no Renascimento. A obra, que tem 71 cm de altura e 45 cm de largura, está exposta na Biblioteca Pública de Nova York e a previsão é que sejam produzidas apenas 99 cópias, sendo que 33 já estão prontas e 20 vendidas.
Michelangelo: La dotta mano é um livro de 126 mil dólares e aproximadamente 27 quilos, cujas páginas são feitas de fibra de algodão e a capa em mármore branco, esculpida à mão. Escrito em italiano, é inspirado no Renascimento. A obra, que tem 71 cm de altura e 45 cm de largura, está exposta na Biblioteca Pública de Nova York e a previsão é que sejam produzidas apenas 99 cópias, sendo que 33 já estão prontas e 20 vendidas.
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BN doa livros para Instituto da Unesp
Boletim PNLL - 08/12/2008 - por Redação
A Biblioteca Nacional doará cerca de 100 livros para o Instituto Confúcio na Unesp, recém-inaugurado em São Paulo. O lote, proveniente de uma doação efetuada pela Biblioteca Nacional da China, trata de assuntos como História, Política, Filosofia, Biografia, entre outros, e está escrito majoritariamente em inglês. As obras serão repassadas, pois o perfil dos livros adapta-se melhor ao instituto paulista e o prazo para chegada dos livros a São Paulo é de aproximadamente um mês.
A Biblioteca Nacional doará cerca de 100 livros para o Instituto Confúcio na Unesp, recém-inaugurado em São Paulo. O lote, proveniente de uma doação efetuada pela Biblioteca Nacional da China, trata de assuntos como História, Política, Filosofia, Biografia, entre outros, e está escrito majoritariamente em inglês. As obras serão repassadas, pois o perfil dos livros adapta-se melhor ao instituto paulista e o prazo para chegada dos livros a São Paulo é de aproximadamente um mês.
Câmara vai derrubar o livro verde
Blog do Galeno - 09/12/2008 - por Galeno Amorim
O projeto de lei do deputado federal Eliene Lima (PP-MT), que pretendia tornar obrigatório o uso de 30% de papel reciclado na impressão de livros, subiu no telhado. Parecer do deputado federal Severiano Alves (PDT-BA), que acaba de chegar à Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal, traz seu voto pela rejeição da matéria. Conforme o Blog do Galeno, o parlamentar explicou que a idéia é boa, mas de difícil execução no momento. Pelas suas contas, haveria a necessidade de 200 mil toneladas de papel reciclado e não haveria matéria-prima suficiente no País para isso.
O projeto de lei do deputado federal Eliene Lima (PP-MT), que pretendia tornar obrigatório o uso de 30% de papel reciclado na impressão de livros, subiu no telhado. Parecer do deputado federal Severiano Alves (PDT-BA), que acaba de chegar à Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal, traz seu voto pela rejeição da matéria. Conforme o Blog do Galeno, o parlamentar explicou que a idéia é boa, mas de difícil execução no momento. Pelas suas contas, haveria a necessidade de 200 mil toneladas de papel reciclado e não haveria matéria-prima suficiente no País para isso.
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Tarsila tem produção publicada em catálogo
Folha de São Paulo - 08/12/2008 - por Mario Gioia
Não é só a Tarsila do modernismo pau-brasil que emerge das 2.318 obras descritas no Catálogo raisonné de Tarsila do Amaral (Base7/Pinacoteca do Estado, R$ 390) organização de Regina Teixeira de Barros, que será lançado no sábado, na Estação Pinacoteca, às 11h (lgo. General Osório, 66. São Paulo/SP. Tel: 11-3387-0185). Uma ilustradora de traços clássicos, uma pintora de afrescos e uma autora de telas de influência francesa são algumas das facetas da artista que podem ser conhecidas nos três volumes da publicação. O catálogo foi dividido em três partes: uma dedica-se a pinturas, aquarelas e guaches; a segunda, a desenhos, esboços, estudos e decalques; e a última, à obra gráfica, incluindo ilustrações, gravuras, esculturas e uma fotobiografia.
Não é só a Tarsila do modernismo pau-brasil que emerge das 2.318 obras descritas no Catálogo raisonné de Tarsila do Amaral (Base7/Pinacoteca do Estado, R$ 390) organização de Regina Teixeira de Barros, que será lançado no sábado, na Estação Pinacoteca, às 11h (lgo. General Osório, 66. São Paulo/SP. Tel: 11-3387-0185). Uma ilustradora de traços clássicos, uma pintora de afrescos e uma autora de telas de influência francesa são algumas das facetas da artista que podem ser conhecidas nos três volumes da publicação. O catálogo foi dividido em três partes: uma dedica-se a pinturas, aquarelas e guaches; a segunda, a desenhos, esboços, estudos e decalques; e a última, à obra gráfica, incluindo ilustrações, gravuras, esculturas e uma fotobiografia.
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Ler é divertido
Publishnews - 09/12/2008 - por Ricardo Costa
Dezembro. Festa, Natal, férias... e a criançada tem um super-programa nos domingos deste mês. O projeto PraLer – Prazeres da Leitura – realizado pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo através da Organização Social Poiesis, dentro do programa São Paulo um estado de leitores, fecha o ano com muita farra literária com o PraLer no Parque. A atividade acontece num dos ambientes mais confortáveis e convidativos da cidade: um roseiral, no jardim da Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura (Av. Paulista, 37 - SP). O PraLer procura vencer o grande desafio de incubar a semente da literatura no terreno mais fértil – a mente das crianças. Para isso, o PraLer no Parque monta um circuito de atividades lúdicas que incluem contadores de histórias, teatro de bonecos, oficinas de brinquedos, brinquedoteca pedagógica, entrevistas com autores infantis e atividades de familiarização com as bibliotecas. A programação de dezembro está completa, em todos os domingos do mês. Confira. E leve as crianças!
Dezembro. Festa, Natal, férias... e a criançada tem um super-programa nos domingos deste mês. O projeto PraLer – Prazeres da Leitura – realizado pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo através da Organização Social Poiesis, dentro do programa São Paulo um estado de leitores, fecha o ano com muita farra literária com o PraLer no Parque. A atividade acontece num dos ambientes mais confortáveis e convidativos da cidade: um roseiral, no jardim da Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura (Av. Paulista, 37 - SP). O PraLer procura vencer o grande desafio de incubar a semente da literatura no terreno mais fértil – a mente das crianças. Para isso, o PraLer no Parque monta um circuito de atividades lúdicas que incluem contadores de histórias, teatro de bonecos, oficinas de brinquedos, brinquedoteca pedagógica, entrevistas com autores infantis e atividades de familiarização com as bibliotecas. A programação de dezembro está completa, em todos os domingos do mês. Confira. E leve as crianças!
Imprensa Oficial vai publicar clássicos da literatura brasileira
Jornal do Brasil - 05/12/2008 - por Redação
Com o aval do governador Sergio Cabral, a Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro vai publicar, a partir do ano que vem, clássicos da literatura brasileira para serem distribuídos gratuitamente à população. Cada livro será produzido em grandes tiragens, em torno de 100 mil exemplares, que serão encaminhados, sem custo, às mãos dos leitores. Além de obras literárias, a Imprensa Oficial também deverá colaborar com a Secretaria Estadual de Educação, publicando títulos de livros didáticos para serem empregados em sala de aula. “Vamos inundar o Rio de Janeiro de livros”, disse o presidente da Imprensa Oficial, Haroldo Zager, durante a abertura da 40ª Reunião da Associação Brasileira de Imprensas Oficiais (ABIO).
Com o aval do governador Sergio Cabral, a Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro vai publicar, a partir do ano que vem, clássicos da literatura brasileira para serem distribuídos gratuitamente à população. Cada livro será produzido em grandes tiragens, em torno de 100 mil exemplares, que serão encaminhados, sem custo, às mãos dos leitores. Além de obras literárias, a Imprensa Oficial também deverá colaborar com a Secretaria Estadual de Educação, publicando títulos de livros didáticos para serem empregados em sala de aula. “Vamos inundar o Rio de Janeiro de livros”, disse o presidente da Imprensa Oficial, Haroldo Zager, durante a abertura da 40ª Reunião da Associação Brasileira de Imprensas Oficiais (ABIO).
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Correios levam livros a escolas públicas
Publishnews - 09/12/2008 - por Agência Brasil Que Lê
Quando as aulas do ano letivo de 2009 começarem, em fevereiro, todos os alunos de escola pública do País - 37 milhões de crianças e adolescentes - receberão um kit de livros das mais diversas matérias para usar durante as aulas. Esses alunos estão espalhados pelos lugares mais diversos do Brasil: de centros urbanos a comunidades ribeirinhas. No total, serão atendidas 142 mil escolas em mais de 5.500 municípios de Norte a Sul do País. Por trás disso, que se repete a cada ano e é considerado um caso exemplar de política pública no País, e causa admiração pelo mundo afora, há uma operação logística complexa. Afinal, planejar a distribuição de qualquer produto ou serviço num país continental como o Brasil não é fácil em nenhum setor da economia. Quando se trata, então, da distribuição de livros didáticos, a situação tende a ficar ainda mais complicada. No Leia Mais você confere outras informações sobre a iniciativa.
Quando as aulas do ano letivo de 2009 começarem, em fevereiro, todos os alunos de escola pública do País - 37 milhões de crianças e adolescentes - receberão um kit de livros das mais diversas matérias para usar durante as aulas. Esses alunos estão espalhados pelos lugares mais diversos do Brasil: de centros urbanos a comunidades ribeirinhas. No total, serão atendidas 142 mil escolas em mais de 5.500 municípios de Norte a Sul do País. Por trás disso, que se repete a cada ano e é considerado um caso exemplar de política pública no País, e causa admiração pelo mundo afora, há uma operação logística complexa. Afinal, planejar a distribuição de qualquer produto ou serviço num país continental como o Brasil não é fácil em nenhum setor da economia. Quando se trata, então, da distribuição de livros didáticos, a situação tende a ficar ainda mais complicada. No Leia Mais você confere outras informações sobre a iniciativa.
Literatura Digital ganha evento de celebração
Publishnews - 04/12/2008 - por Redação
Apresentar aos mercados editorial, livreiro e educacional novos produtos multimídia é o objetivo do primeiro evento de Literatura Digital do País, que já tem data marcada. Ocorre no dia 17 de dezembro, no Espaço Atelier, em São Paulo. O encontro será promovido pelo LivroClip, iniciativa que já transformou mais de 150 obras literárias em ferramentas educativas. Será lançado durante a comemoração o DVD do projeto Animadas Letras Paulistas, que traz 40 minutos de animações sobre obras de escritores como Álvares de Azevedo, Monteiro Lobato, Mário de Andrade, Hilda Hilst e Raduan Nassar. Todos os participantes ganharão um DVD e o número total de convidados será revertido em doações de DVD’s para as escolas da rede pública de ensino de São Paulo. Mais informações no site do LivroClip.
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A quarta loja na capital paulista
Publishnews - 04/12/2008 - por Luciana Melo
Foi inaugurada, ontem, a quarta loja da Livraria Cultura na capital paulista, no Bourbon Shopping Pompéia (Rua Turiassu, 2100. São Paulo/SP. Tel.: 11-3868-5100). Para celebrar a Livraria ofereceu um Coquetel, que foi animando pela apresentação da banda DuoVox, formada pela cantora Roberta Ayres e pelo tecladista e pianista Emanuel SantAnna. Na ocasião, clientes e convidados puderam conferir de perto a nova instalação de 2,8 mil m², com projeto arquitetônico assinado por Fernando Brandão, responsável ainda pelos outros endereços da Cultura."A arquitetura corporativa também é responsável pelo sucesso comercial de uma empresa e a Livraria Cultura é um case que comprova essa teoria. Através do conceito de inclusão, conseguimos criar um espaço que consegue ser grande e intimista ao mesmo tempo", explica Brandão. A nova loja conta com acervo de cerca de 150 mil títulos de livros e mais de 70 mil títulos de CDs e DVDs.
Foi inaugurada, ontem, a quarta loja da Livraria Cultura na capital paulista, no Bourbon Shopping Pompéia (Rua Turiassu, 2100. São Paulo/SP. Tel.: 11-3868-5100). Para celebrar a Livraria ofereceu um Coquetel, que foi animando pela apresentação da banda DuoVox, formada pela cantora Roberta Ayres e pelo tecladista e pianista Emanuel SantAnna. Na ocasião, clientes e convidados puderam conferir de perto a nova instalação de 2,8 mil m², com projeto arquitetônico assinado por Fernando Brandão, responsável ainda pelos outros endereços da Cultura."A arquitetura corporativa também é responsável pelo sucesso comercial de uma empresa e a Livraria Cultura é um case que comprova essa teoria. Através do conceito de inclusão, conseguimos criar um espaço que consegue ser grande e intimista ao mesmo tempo", explica Brandão. A nova loja conta com acervo de cerca de 150 mil títulos de livros e mais de 70 mil títulos de CDs e DVDs.
Astérix como nunca visto
Jornal de Notícias (Portugal) - 27/11/2008 - por F. Cleto e Pina
Intitula-se Astérix e os seus amigos e é um álbum de homenagem a Albert Uderzo, criado pelos seus colegas de profissão, para comemorarem o seu 80º aniversário. A edição portuguesa acaba de chegar às livrarias. Isto após serem ultrapassadas diversas contrariedades, que impediram a sua publicação em simultâneo com a edição original, lançada em 25 de abril de 2007, a data precisa em que Uderzo, nascido em 1927, em Fismes, França, comemorava 80 anos. O projeto nasceu em segredo no seio da sua editora, as Éditions Albert-René, conta a sua filha, Sylvie Uderzo, no preâmbulo do livro, com o propósito "de lhe oferecermos algo único, que lhe agradasse, mas que também o surpreendesse. E que também pudesse agradar aos leitores". Foram assim contatados os seus colegas de profissão, desenhadores e argumentistas, podendo as respostas deles ser encontradas, sob a forma de ilustrações, dedicatórias, gags ou bandas desenhadas ao longo das mais de 70 páginas do livro.
Intitula-se Astérix e os seus amigos e é um álbum de homenagem a Albert Uderzo, criado pelos seus colegas de profissão, para comemorarem o seu 80º aniversário. A edição portuguesa acaba de chegar às livrarias. Isto após serem ultrapassadas diversas contrariedades, que impediram a sua publicação em simultâneo com a edição original, lançada em 25 de abril de 2007, a data precisa em que Uderzo, nascido em 1927, em Fismes, França, comemorava 80 anos. O projeto nasceu em segredo no seio da sua editora, as Éditions Albert-René, conta a sua filha, Sylvie Uderzo, no preâmbulo do livro, com o propósito "de lhe oferecermos algo único, que lhe agradasse, mas que também o surpreendesse. E que também pudesse agradar aos leitores". Foram assim contatados os seus colegas de profissão, desenhadores e argumentistas, podendo as respostas deles ser encontradas, sob a forma de ilustrações, dedicatórias, gags ou bandas desenhadas ao longo das mais de 70 páginas do livro.
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