Mostrando postagens com marcador Coppola. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Coppola. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de abril de 2009

Apocalypse Now

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Apocalypse Now
Apocalypse Now (PT/BR)
Estados Unidos
1979 ı cor ı 153 min
Direção
Francis Ford Coppola
Elenco
Martin SheenMarlon BrandoRobert DuvallDennis Hopper
Roteiro/Guião
John MiliusFrancis Ford Coppola
Género drama de guerra
Idioma
inglês / francês / vietnamita / khmer


Apocalypse Now é um filme estadunidense de 1979, do gênero drama de guerra, realizado por Francis Ford Coppola, baseado no livro Heart of Darkness de Joseph Conrad.
Sinopse

Em plena Guerra do Vietnã, um alto comando do exército americano designa o capitão Willard para matar o coronel Kurtz no interior da selva do Camboja.
Subindo o rio num barco de patrulha, e escoltado por quatro soldados, Willard depara-se com situações inacreditáveis e absurdas geradas pela guerra enquanto examina os documentos a respeito do coronel. Ao chegar ao seu destino, percebe que os nativos adoram Kurtz como a um deus, e terá de decidir se cumpre ou não a sua missão.
O Filme tem duas versões, a segunda feita em 2001, chama-se "Apocalypse Now Redux" e tem 197 minutos, são 44 minutos a mais de cenas adicionais. Está versão foi reeditada pelo próprio Francis Ford Coppola.


Elenco

Marlon Brando .... coronel Walter E. Kurtz
Martin Sheen .... capitão Benjamin L. Willard
Robert Duvall .... tenente-coronel Bill Kilgore
Frederic Forrest .... Jay 'Chef' Hicks
Sam Bottoms .... Lance B. Johnson
Laurence Fishburne .... Tyrone 'Clean' Miller
Albert Hall ... . chefe Phillips
Harrison Ford .... coronel Lucas
Dennis Hopper .... fotojornalista


Referência bibliográfica

O filme é baseado na obra Heart of Darkness, de Joseph Conrad. Nesse livro, o alter-ego de Conrad, Marlow, curioso das terras inexploradas ou quase-inexploradas da África, resolve empregar-se numa companhia belga de extração de marfim. Uma vez no Congo, decepciona-se com o tratamento desumano dispensado aos nativos pelos colonizadores, e com o estado de abandono da colônia. É designado, então, para acompanhar o grupo que partirá em busca de Kurtz, um homem cheio de ideais humanitários, dotado de excepcionais qualidades intelectuais e artísticas, que há meses não manda notícias de si (nem do marfim). Tanto no filme quanto no livro, Kurtz parece ser o retrato da falência do humanitarismo sob interesses ambiciosos e egoístas.


Principais prêmios e nomeações

Oscar 1980 (EUA)
Ganhou nas categorias de melhores efeitos especiais (Vittorio Storaro) e melhor som (Walter Murch, Mark Berger, Richard Beggs e Nathan Boxer).
Nomeado nas categorias de melhor fotografia, melhor filme - drama, melhor actor secundário (Robert Duvall), melhor realizador/diretor (Francis Ford Coppola) e melhor edição (Lisa Fruchtman, Gerald B. Greenberg, Richard Marks e Walter Murch)

Festival de Cannes 1979 (França)

Recebeu a Palma de Ouro e o Prêmio FIPRESCI.

Globo de Ouro 1980 (EUA)
Ganhou nas categorias de melhor realizador/diretor (Francis Ford Coppola), melhor actor secundário (Robert Duvall), melhor argumento original (Carmine Coppola e Francis Ford Coppola)
Academia Japonesa de Cinema 1981 (Japão)
Indicado na categoria de melhor filme estrangeiro.

BAFTA 1980 (Reino Unido)
Venceu nas categorias de melhor direção e melhor ator coadjuvante (Robert Duvall).
Indicado nas categorias de melhor ator (Martin Sheen), melhor fotografia, melhor edição, melhor filme, melhor desenho de produção e melhor trilha sonora.
Indicado ao Prêmio Anthony Asquith para música de filme.

Grande Prêmio BR do Cinema Brasileiro 2002 (Brasil)
Indicado na categoria de melhor filme estrangeiro.

Prêmio César 1980 (França)
Indicado na categoria de melhor filme estrangeiro.

Prêmio David di Donatello 1980 (Itália)
Venceu na categoria de melhor diretor - filme estrangeiro.

Curiosidades
  • Joseph Conrad esteve no interior do Congo Belga, trabalhando para uma empresa de exploração de marfim. Mas não é certo que tenha encontrado o Sr. Kurtz.
  • As filmagens de Apocalipse Now! deram origem ao filme O Apocalipse de um cineasta (1991), a que cabe a célebre frase de Kurtz: "O horror! O horror!"
  • "Mistah Kurtz, he dead" é a notícia dada por um nativo, no livro de Conrad. Essa mesma frase serve de epígrafe ao poema The Waste Land, de T. S. Eliot.
  • O poema que o Coronel Kurtz lê, na presença de Willard, é The Hollow Men, de T.S. Eliot.
  • Uma tomada de câmera revela que The Golden Bough era um dos livros preferidos do Coronel Kurtz.
  • A canção do início do filme, com cenas de um incêndio na floresta, provocado por um ataque estadunidense de bombas napalm, sendo repetida numa versão diferente no final do filme (morte do Coronel Kurtz), é The End, um dos maiores sucessos da banda de rock The Doors.
  • Jim Morrison, vocalista da banda The Doors, cursou a escola de cinema da Universidade da Califórnia (UCLA), onde conheceu Francis Ford Coppola.
  • Numa das mais famosas cenas do filme é também utilizada A Cavalgada das Valquírias, de Richard Wagner.
  • Marlon Brando, que aparece somente na parte final do filme, exigiu que seu personagem fosse mostrado somente em tomadas escuras, a fim de disfarçar a obesidade, o que acabou dando ao seu personagem, o Coronel Kurtz, um ar sombrio, enigmático.
  • O ator Martin Sheen sofreu um enfarte durante as filmagens.
  • Coppola demoraria três anos para finalizar o filme, que foi iniciado em 1976.
  • Copolla ameaçou suicidar-se por várias vezes durante as filmagens, que foram todas feitas nas Filipinas apesar da história se passar no Vietnã.
  • Laurence Fishburne mentiu a idade para participar do filme, ele tinha apenas 14 anos.

Francis Ford Coppola

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Francis Ford Coppola (Detroit, 7 de Abril de 1939) é um produtor, guionista, realizador e actor estadunidense.
É pai de Sofia Coppola, também cineasta, e tio de Nicolas Cage, ator

De 1939 a 1960
Nascido em Detroit em 1939 numa família ítalo-americana, Coppola cresceu no bairro de Queens em Nova Iorque, para onde a família se mudou após o seu nascimento.
O pai, Carmine Coppola era músico e compositor (uma canção sua surge em Tucker: Um Homem e o Seu Sonho, 1988) e a mãe atriz.
Quando tinha nove anos contraiu poliomielite.

De 1960 a 1978
Coppola estudou cinema na UCLA e enquanto por lá fez inúmeros pequenos filmes, alguns pornográficos. Nos fins da década de 60, começou a sua carreira profissional realizando filmes de baixo orçamento com Roger Corman e escrevendo roteiros.
Logo a seguir à realização do seu primeiro filme You’re a big boy now, foi oferecida a Coppola a direcção da versão para cinema do musical da Broadway, Finian’ s rainbow, protagonizado por Petula Clark, no que era o seu primeiro filme nos Estados Unidos, e pelo veterano Fred Astaire. O produtor Jack Warner, mal impressionado com o aspecto hippie de Coppola, deixou-o entregue a si mesmo. Coppola pegou o elenco e foi para Napa Valley rodar os exteriores, mas as diferenças entre estas filmagens e as gravadas em estúdio eram enormes, o que resultou num filme pouco homogêneo. Sendo feito com material obsoleto, o sucesso não foi grande, mas sem dúvida o seu trabalho com Petula Clark contribuiu para a sua nomeação para o Globos de Ouro como melhor atriz.
Em 1971 Coppola ganhou um Oscar pelo seu roteiro em Patton, no entanto, o seu nome foi indicado como roteirista e diretor de The Godfather em 1972 e The Godfather: Part II em 1974, tendo ambos ganho Óscares de “melhor filme” (refira-se que “The Godfather: Part II, foi a primeira seqüência a conseguir este feito).
Durante este período escreveu o roteiro para The Great Gatsby, estrelado por Mia Farrow e Robert Redford, que foi um desastre completo em nível comercial e da crítica, e produziu o primeiro filme de George Lucas, American Graffiti.

Depois de 1979
Após o sucesso dos dois Godfather, Coppola dedicou-se a um projecto ambicioso, Apocalypse Now, baseado em Heart of Darkness de Joseph Conrad. A realização do filme foi marcada por inúmeros problemas, desde tufões, e abuso de drogas, até ao ataque de coração de Martin Sheen e à aparência inchada de Marlon Brando, que Coppola tentou esconder, filmando-o na sombra. O filme foi adiado tantas vezes, que chegou a ser alcunhado de “Apocalypse Whenever”. Quando finalmente estreou, o filme foi amado e odiado pela crítica e os seus elevados custos quase levaram ao colapso da American Zoetrope, o estúdio recém criado de Coppola. No documentário de 1991, Hearts of Darkness: A Filmmaker’s Apocalypse, dirigido pela esposa de Coppola, Eleanor Coppola, Fax Bahr e George Hickenlooper relatam as dificuldades que a equipa passou e mostra cenas dessas dificuldades filmadas por Eleanor.
Apesar dos contratempos e problemas de saúde que Coppola sofreu durante a filmagem de Apocalypse, continuou com os seus projectos. Em 1981 apresentou a restauração do filme de 1927 Napoléon, editado nos Estados Unidos pela Zoetrope. No entanto, somente em 1982 é que Francis voltou à realização, com o filme One From the Heart, que foi um fracasso enorme, tendo no entanto criado um certo culto à sua volta anos depois. Esse filme lhe deixou uma dívida de US$ 30 milhões. Isso, somado a falência de seu estúdio, o American Zoetrope, fez com que o diretor entrasse em um período conturbado, em que teve que aceitar dirigir e associar seu nome a diversos trabalhos encomendados, que normalmente não lhe despertariam interesse.
Em 1986, Coppola e George Lucas dirigiram o filme Captain Eo, com Michael Jackson, para os parques temáticos da Disney, que até à altura tinha sido o filme mais caro por minuto já feito.
Em 1990 completou a série dos "Godfather" com The Godfather: Part III que, apesar de não ter sido tão aclamado pela crítica como os anteriores, foi um grande sucesso de bilheteira.


"Bram Stoker's Dracula" (1992 - 123m)


SINOPSE
Em DRÁCULA DE BRAM STOKER, Coppola regressa à fonte inicial do mito de Dracula, e desse românce gótico, cria uma obra de arte moderna.A transformação de Gary Oldman em Dracula - que se transforma de velho em novo, de homem para monstro - é algo de realmente espectacular. Winona Ryder coloca a mesma intensidade no papel de uma jovem beldade que se torna no objecto do devastador desejo de Dracula. Anthony Hopkins é o famingerado médico que se atreve a acreditar em Dracula, e depois se atrve a confrontá-lo. Opulento, tenso e simplesmente irresistível, este é o Dracula como nunca o viu antes. E depois de ver DRACULA DE BRAM STOKER, nunca mais o vai esquecer.
REALIZADOR


INTÉRPRETES
Gary Oldman, Winona Ryder, Anthony Hopkins, Keanu Reeves, Richard E. Grant, Cary Elwes, Bill Campbell, Sadie Frost, Tom Waits, Monica Bellucci, Michaela Bercu, Florina Kendrick, Jay Robinson.

Principais prêmios e indicações
Oscar 1993 (EUA)
Venceu nas categorias de Melhor Figurino, Melhores Efeitos Sonoros e Melhor Maquiagem.
Indicado na categoria de Melhor Direção de Arte.

BAFTA 1994 (Reino Unido)
Indicado nas categorias de Melhor Figurino, Melhor Maquiagem, Melhor Produção de Arte Melhores Efeitos Especiais.
Academia de Filmes de Ficção Científica, Fantasia e Terror 1993 (EUA)
Venceu nas categorias de Melhor Ator (Gary Oldman), Melhor Figurino, Melhor Diretor, Melhor Filme de terror e Melhor Roteiro.
Indicado nas categorias de Melhor Atriz (Winona Ryder), Melhor Maquiagem, Melhor Canção, Melhores Efeitos Especiais e Melhor Ator Coadjuvante (Anthony Hopkins).

MTV Movie Awards 1993 (EUA)
Indicado na categoria de Melhor Beijo.
Fontes: Wikipédia